Self-hosting, bootstrap e reprodutibilidade¶
Definição¶
Sistema self-hosting consegue construir partes significativas de si com ferramentas executadas ou produzidas pelo próprio sistema segundo critério declarado.
Sem níveis, o termo é ambíguo. Compilar uma aplicação, reconstruir kernel e gerar mídia completa são claims diferentes.
Cadeia de bootstrap¶
A cadeia é um grafo de proveniência.
Níveis ChrisOS¶
A auditoria define SH0–SH6 e mantém estágios altos como não provados. Na revisão atual, GCC/ld host ainda produzem kernel; KCC cobre parte substancial mas não todas as units; ChrisLd não gerou o kernel bootado; não há instalação/reboot de kernel interno como SH5; reprodução completa ainda depende do host.
Por que compiler não basta¶
Self-host do kernel exige C, assembly, generated assets, linker semantics, estruturas do boot protocol, ELF final, instalação e prova do binário executado. Se algum estágio ainda chama NASM/ld host, a dependência existe.
Reprodutibilidade¶
Self-hosting responde quem constrói. Reproducibilidade responde se inputs equivalentes produzem artifact ou comportamento conforme critério. Timestamps e build IDs podem impedir igualdade byte-a-byte sem invalidar equivalência semântica.
Prova prática¶
Um gate forte registra revisão, tools, hash do kernel interno, validação ELF, instalação do mesmo artifact, reboot sem substituição e build identity observável.