Especificações, formatos e política de revisão¶
Especificação e implementação¶
Especificação descreve contrato com independência suficiente para testar uma implementação. Código pode definir comportamento de facto, mas especificação explícita permite compatibilidade e implementações alternativas.
Superfícies do ChrisOS incluem contratos ChrisVM/boot, ChrisO, ChrisFS, CLVM, shader subset e layout do kernel.
Estado externo estável¶
Dados persistidos ou consumidos por componentes independentes funcionam como ABI: disk format, bytecode, executáveis, syscall numbers, device protocols e blobs.
Alterar struct C sem versionar esse dado pode quebrar artifacts silenciosamente.
Versionamento¶
Formato versionado precisa definir identificação, campos/endianness/largura, compatibilidade, migração e writer.
Texto normativo¶
Requisito deve ser inequívoco; explicação justifica a regra. Documentação ensina ambos sem misturar obrigação com comentário.
Standards externos¶
x86-64, UEFI, ELF, PCI, VirtIO e protocolos de rede não pertencem ao ChrisOS. O site explica o subset usado e referencia especificações primárias.
Revisão e versão¶
Commit documental identifica fonte inspecionada; protocol version identifica contrato persistente. São eixos diferentes e ambos precisam ser registrados.