Instalação e hardware físico¶
Instalação é operação destrutiva¶
Installer grava estruturas consumidas por firmware, GPT, filesystem e bootloader. Selecionar disco errado ou errar LBA pode destruir dados.
Arquitetura segura separa seleção de target, layout, format, ESP, cópia de kernel/configuração, verificação e política de reboot/rollback.
GPT e ESP¶
GPT possui header/tabela primários e backup no fim do disco. Cálculos dependem da geometria real.
UEFI lê uma EFI System Partition FAT e procura caminhos padrão como /EFI/BOOT/BOOTX64.EFI. ESP é diferente do ChrisFS.
Limine e kernel¶
Limine continua bootloader externo. Self-hosting do kernel não exige substituir UEFI/Limine.
QEMU e hardware¶
VM controla chipset, firmware e devices. Máquina física varia ACPI, USB, NVMe, firmware, IRQ e vídeo.
| Evidência | Significado |
|---|---|
| host-tested | algoritmo/tool no host |
| QEMU-tested | comportamento na VM declarada |
| hardware-tested | comportamento em hardware identificado |
Perfil de hardware¶
Primeiro alvo físico deve declarar UEFI/x86-64, storage, input, framebuffer/GOP e fallbacks. "Funcionou no meu PC" vira evidência útil quando hardware e devices são identificados.
Safe mode¶
Bring-up físico exige diagnóstico precoce e ability de desabilitar subsistemas opcionais. Falha de áudio/rede não deve impedir testar boot/storage quando possível.
Disciplina de testes¶
Escrita física precisa de confirmação de target, capacidade/modelo/serial quando disponíveis e preferência por dry-run. Gates destrutivos devem continuar em imagens descartáveis até o caminho estar validado.